Espertirina Vai Falar! – O que vem primeiro indivíduo ou sociedade?

Olá, aqui quem fala é a gata das gata, espertirina baderneira e esse é mais um Espertirina vai falar!Quem vem primeiro? O ovo ou a galinha? PT ou PSDB? Falando e fugindo das dicotomias, hoje nos vamos falaremos de uma em específico, a famosa, indivuo versus sociedade!

Queridos isso não faz sentido! Digo logo! É uma falsa dicotomia, pois eles não são separados, estão dialéticamente interligados, numa transformação mútua, eles se completam. Ninguém tem dúvida de que os indivíduos formam a sociedade ou de que toda sociedade é uma sociedade de indivíduos. Mas parece que da direita para esquerda querem ignorar a existência de um dos dois excluindo-o de sua análise.

Veja só. Como disse Nobert Elias, só pode haver uma vida comunitária mais livre de perturbações e tensões,se todos os indivíduos dentro dela gozarem de satisfação suficiente; e só pode haver uma existência individual mais satisfatória, se a estrutura social pertinente for mais livre de tensão, perturbação e conflito.

Conflito este, pincipalmente que vem da luta de classes antagônicas. Um individuo não é só um indivíduo. Ele está imerso na luta de classes da sociedade capitalista, oprimidos(mais de um) versus opressores (mais de um). A luta de classes não é um coisa homogênea. A sociedade é a compreensão da diversidade de indivíduos. Consequentemente é por isso, que não é possivel a ditadura do proletariado ou um estado revolucionário, pois com seus moldes hierárquicos, acaba por se tranformar na dominação de um ninoria parte da classse sobre toda a classe.

Apesar disso uma das condições fundamentais da existência humana é a presença simultânea de diversas pessoas inter-relacionadas. Portanto se sociedade é o conjunto de indivíduos ,um único indivíduo não pode se sobrepor a sociedade, pois como anarquistas somos contra as hierarquias, acreditamos na constução de um mundo de horizontalidade e de igualdade. Sem falar, que as grandes transformações históricas independem, claramente, das intenções de qualquer pessoa em particular, como a história dos dominadores tenta nos convencer com seus heróis.
Somos seres coletivos certo? Então tem um porém, se o individual nao pode sobrepor o coletivo, o coletivo tem que dar margens para a diversidade e faria se fosse um poder popular e não de um minoria bilhonaria.
As próprias doutrinas seguem a cultura e tem seu ar de personificação, tomado pelo seu caráter individualista- elitista, e nomeiam-se com suas divindades; a de cristo dão o nome de cristianismo, a de Marx de markcismo, a de Calvin calvinismo.
O anarquismo é diferente é fruto do seio da classe oprimida, fruto de fulanos e sicranos que subverteram a ordem estabelecida, de um momento em que mais uma Negra quis queimar sua senzala, de mais um trabalhadora que sabotou sua máquina.
Não concebemos uma teoria geral da ascensão e declínio das sociedades como algo inevitável, absoluto.
Mas que a liberdade é coletiva, que ela não termina, mas se expande na do outro.
Somos contra o individualismo autoritário, vicio burguês, ideologia capitalista.
Queremos um coletivo não-autoritário, sem ser homogeinizante, totalitário ou ortodoxo.
Que não seja como o livro 1984, a distopia de George Orwell. Não sejamos vijiados pelo grande irmão.
Pela livre discussão.
Pela quebra dos dogmas, tabus e verdades absolutas.
Pelo equilibrio entre indivíduo e sociedade.
Viva o poder popular, viva a anarquia!

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